É possível se ensinar a respirar?

E possível se ensinar a respirar

É comum encontrarmos pessoas que dizem não respirar bem. Essa observação aparece muitas vezes, quando surge uma necessidade mais específica que exija uma respiração além do basal, como nos esportes, na yoga, no canto, etc. Outra questão muito comum é sobre como se deve respirar. O diafragma, principal músculo da respiração, quando se contrai deve gerar um aumento tridimensional do tórax através de suas inserções, portanto atribuir um tipo respiratório a uma pessoa já indica uma alteração, um bloqueio.

Apesar de termos a capacidade de intervir ativamente sobre o ato respiratório, no dia-a-dia ele se dá de forma automática, inconsciente, por isso a respiração precisa ser liberada e não ensinada.
Se, para respirar, uma pessoa utiliza mais os movimentos do abdômen ao invés do tórax ou o contrário, é preciso entender o porquê desse padrão alterado. No caso de uma gastrite, por exemplo, as tensões das camadas de revestimento do estômago (peritônio) vão “puxar” o diafragma para baixo através dos ligamentos que conectam o estômago ao diafragma e, para proporcionar um maior conforto, haverá um trabalho em posição mais baixa desse diafragma, prevalecendo, consequentemente, o movimento abdominal sobre o movimento torácico durante as respirações.

Nesse e em tantos outros casos, não se deve simplesmente solicitar o padrão respiratório torácico, pois, se o tensionamento primário sobre as camadas de revestimento do estômago não for eliminado, o paciente não conseguirá adotar esse padrão “correto” no dia a dia. Através da relação contentor-conteúdo, proposta pelo Método Busquet, é possível entender essa lógica e atuar sobre a causa de alteração do padrão, deixando, depois disso, que o próprio corpo do paciente restabeleça um padrão “normal”, sem, necessariamente, haver um ensinamento sobre a maneira correta de respirar.

O Método Busquet atua sobre esses tensionamentos das membranas de revestimento dos órgãos com o objetivo de relaxá-las. Além de estender esse trabalho de relaxamento ao diafragma e a todos os músculos envolvidos no processo, pois, dessa forma, os músculos estarão livres de tensão e capazes de atuar de maneira eficaz. A atuação é feita através de técnicas manuais específicas.

Se você se enquadra entre essas pessoas que não conseguem executar uma ampla respiração com liberdade e bem-estar, sente-se ofegante aos trabalhos aeróbicos mesmo após o período de condicionamento e adaptação, procure um fisioterapeuta com formação no Método Busquet que realizará uma avaliação criteriosa identificando as tensões que estão gerando as disfunções diafragmáticas. Este trabalho também é indicado a todas as pessoas com histórico de pneumonia, problemas respiratórios em geral e a todos os praticantes de atividades físicas, visando potencializar a capacidade cardiorespiratória.

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